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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

As Amiga!

Amigas. Aquelas que escolhemos como nossas! Fazem história, estão sempre ao seu lado, sabem o que fazer quando você mais precisa, dão aquela força nos momentos mais difíceis.São diferentes, mas se completam. Algumas marcam época, outras são pra vida inteira.Há aquelas que você encontra por acaso e se identifica logo de cara, (né Aline?!) outras, nem tanto, mas que conforme o tempo passa, se tornam insubstituíveis.
A revista Claudia, edição de dezembro de 2006, fez uma matéria brilhante sobre quais são os seis tipos de amigas que toda mulher deveria ter, eu adorei a matéria e me serviu de inspiração para o post. Tá curiosa pra saber? Então vem comigo!
Amiga que diz a verdade (Eu / Sophia)
Essa sou eu! Não tem papas na língua. Te interrompe no meio da "conversa", respira, olha bem nos seus olhos e diz: "Tá tudo errado". Sem meias palavras, te mostra um ângulo da questão que você não enxergava, que não tinha parado para pensar: você ouve os argumentos e acaba reconsiderando. Porque, quase sempre, ela tem razão. De vez em quando vocês se estranham, mas logo passa. Afinal, não é qualquer pessoa que está falando. Quando o assunto é menos grave, ela também diz verdades. Quer saber se o novo corte de cabelo ficou bom? Pergunte a ela. Mas detalhe: "quem fala o que quer, escuta o que não quer". Isso lhe dá o mesmo direito de ser absolutamente sincera com ela. Afinal, amiga é para essas coisas. (rs)
Amiga cheia de sabedoria (Nayara)
Super Zen, ela conhece uma taróloga maravilhosa, tem um amigo massagista japonês da hora e entende tudo sobre astrologia, numerologia, I Ching e Cabala. Capaz que ela tenha até uma linha direta com Deus. Acredita que o que fazemos com o outro volta para a gente e que tudo pode dar certo se quisermos de verdade. Essa amiga acredita na energia cósmica e passa essa fé para você. Por isso, quando você se sente pessimista, recorre logo a sua amiga, pois sabe que ela vai pegar o seu mapa astral e descobrir qual quadratura de astros está te deixando assim. Na maioria das vezes só conversar com ela te tranquiliza. Ela aconselha: "Tome um banho de sal grosso, pinga algumas gotinhas de lavanda no lençol e vai dormir". E você o faz. E não é que no dia seguinte você acorda melhor? :)
Amiga que é superprática
Cheia de contatos, ela sempre  conhece alguém para quebrar o seu galho, seja um contato de trabalho, um candidato a namorado ou uma ótima costureira. Naturalmente prática e generosa por vocação, adora adotar uma alma perdida. Ela indica o médico perfeito, aquela organizadora de festas dos seus sonhos e até os melhores fornecedores. É um pouco mandona, mas facilmente controlada quando você deixa claro que não quer a sua interferência. Essa amiga quer que você seja feliz e não poupa esforços para isso,  é capaz de pegar seus filhos no final de semana só para você e seu bem ficarem um pouco a sós. Só tem um problema, ela não suporta ingratidão. Ela merece reconhecimento por tudo que faz a você. Então, agradeça, agradeça, agradeça!
Amiga que levanta a autoestima
Está abatida? Encerrou um relacionamento ou acabou de ser demitida? Ela entra em ação! Lembra todas as suas conquistas, enumera suas qualidades e só falta dar uma salva de palmas para animá-la! Se o problema for grana, oferece antes de você pedir. Marca um dia no salão pras duas e faz de tudo pra te tirar um sorriso. Ela tem o dom de fazê-la sentir-se querida e admirada. Como um espelho, ela devolve a sua melhor imagem: a de uma pessoa que ela admira e que, se não existisse, deixaria o mundo bem sem graça.
Amiga de balada (Lolly)
Enquanto as outras amigas conversam, ela age. Companhia perfeita para uma festa a fantasia, uma noitada, uma viagem bate-e-volta. Ela esbanja disposição não importa para o que nem a que horas. Crises ou inseguranças, nem pensar! O negócio dela é aproveitar a vida e te arrastar junto. A verdadeira parcerona. É a que inventa a festa-surpresa do seu aniversário, organiza o amigo-secreto do fim do ano e fica na fila para comprar ingressos para o show da sua banda preferida. Tudo o que você curte, ela curte também. Quer companhia melhor que essa?
Amiga fanática por compras (Natasha)
Para ela, não existe plano melhor do que ir às compras. Ela conhece as melhores lojas, e está sempre disposta a conhecer outra nova. Ela adora companhia para bater perna e consumir, em qualquer lugar. Seu sonho é a liquidação. Tem olho clínico para achar peças maravilhosas no meio de tranqueira e divide seus achados de bom grado com as amigas - eu,  haha! Não vai se incomodar se você levar horas experimentando mil sapatos para no fim escolher somente um. Fica solidária com a sua súbita paixão pelo novo modelo e diz: "É a sua cara", deixando você ainda mais feliz!
Ai meninas, eu ri demais com esse post! Espero que vocês tenham gostado e se identificado com ele! Afinal, todas nós temos pelo menos uma amiga que foi descrita aqui né! Não esqueçam de comentar. 
Até o próximo post!
*http://claudia.abril.com.br/materia/6-amigas-que-toda-mulher-deveria-ter-2302/?p=/comportamento/reflexoes


Dicionário da Moda



Minimalismo

O termo se refere a um movimento artístico importante a partir da segunda metade do século XX e desde então tem influenciado o modo de vestir há décadas. A sua presença se faz sentir mesmo na década de 70, com a roupa funcional de linhas essenciais, pois respeita as proporções naturais do corpo e tem um cuidado extremo no acabamento, propondo sensualidade e valorizando ainda mais as mulheres.

Mocassim

Inicialmente, o mocassim se caracterizava como peça inteiriça, um pedaço de couro envolvendo o pé e adaptado por meio de uma tira de couro atada no peito do pé. Acredita-se que tenha sido inventado por índios americanos, dá aí o termo “Indian” de algumas versões. De “ar” esportivo e atualmente adaptado, é um clássico utilizado por homens, mulheres e crianças.

Mule

Do francês, chinelos femininos de quarto. Geralmente em tons pastel e com saltos altos, foi popularizado na década de 40 pelas atrizes de Hollywood, que combinavam robes de cetim, plumagem na gola e nas mangas. Ainda utilizada, porém em versões leves e baixinhas.

Pantufa

Chinelo de quarto acolchoado. Normalmente sem salto, fofo e macio, de algodão ou lã, aparece em versões atoalhadas, combinando com roupões felpudos. Calçado popular em países onde o inverno é rigoroso para aquecer os pés. Porém em versões mais leves é bastante utilizado dentro do lar como opção de conforto.

Pop-Art

Do inglês, abreviatura de arte popular, foi um movimento artístico americano que surgiu início dos anos 60. Caracterizado por colagens, montagens fotográficas e objetos de consumo diário, o pop-art também passou a influenciar a moda, sobretudo em peças jovens. Uma das expressões que sobrevivem ao modismo é a camiseta. São exibidas nas peças rostos famosos do cinema, garrafas de refrigerante e fotos antigas, normalmente estampadas em silk-screen.

Parka

Agasalho que chega até os quadris, solto no corpo, se caracteriza por dois detalhes: o capuz e o coulissé na cintura. Marcou época nas décadas de 50 e 60 como peça esportiva. Atualmente adaptado ao cotidiano o parka pode compor inclusive looks para noite.


Pretinho Básico

Criado por mademoiselle Chanel na década de 20, se tornou um clássico. O “petite robe noir” como era chamado, era obrigatório no guarda-roupa da mulher elegante. Uma peça que salva mulheres há décadas, pode ser usado em qualquer situação.

Pull-Over

Do inglês, malha de lã. Peça tricolada, sem abotoamento e de mangas longas. Originalmente bastante comum para a prática de atividades esportivas, na década de 20 entrou em moda em pontos lisos ou trabalhados, quase sempre com decote em ‘V’. É uma peça básica nos dias frios para homens, mulheres e crianças.

Pantalon

Do francês, calça. No Brasil, “pantalona”, caracterizada por calça comprida e larga. Febre nos anos 80, ainda marca presença nas passarelas. Foi inspiração para o “tailleur-pantalon”, um tailler composto de blazer e calça.

Espero que tenham gostado!
Até o próximo post! 


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Dicionário da Moda



Você já parou pra pensar de onde vêem os termos utilizados pelos estilistas de moda? Como surgiram as expressões e quem inventou a moda que você segue e adora?

Pensando nisso, resolvi fazer um post sobre o assunto. A inspiração surgiu após rever algumas revistas antigas. Não resisti e tive que postar algo mesmo depois de alguns mêses sem dar "as caras" por conta da gravidez. Mas de qualquer forma, espero que gostem assim como eu! São curiosidades que certamente mudarão a sua visão em relação à algumas peças tão importantes no nosso dia-a-dia.


Caban

Vestimenta de origem oriental, semelhante a Japona. Uma espécie de casaco até os quadris, abotoado na frente, de mangas longas. Os modelos originais tinham grandes punhos dobrados e gola importante, tipo xale. Eram usados por tripulantes de embarcações para combater os ventos do mar, mas foram adotados na moda feminina a partir dos anos 50. É “must” permanente no inverno, principalmente nos países europeus e nos Estados Unidos. No entanto, tanto nas passarelas internacionais quanto no Brasil, o caban ganhou versões mais leves, em linho ou sarja, e se assemelha bastante a um camisão. Embora mantenha a estrutura quadrada e o abotoado frontal, apresenta mangas de paletó e tem gola variável, além de bolsos chapados, peça utilizada por homens e mulheres.



Cacharel 

O nome do estilista francês Jean Cacharel virou sinônimo de um tipo de blusa em malha de fibra sintética, originalmente fabricada em Nimes, na França. A blusa cacharel tem gola alta, usada dobrada, e mandas compridas. Versões em malha de jérsei vão e voltam ao sabor das saudades dos anos 70. Certamente você também tem uma dessas no seu guarda-roupas. É uma peça fundamental para compôr looks de inverno!


Caftan 

Túnica de origem oriental, oferecida pelos soberanos turcos e personalidades importantes. Ampla e comprida (até os tornozelos), com mangas largas e longas, era usada com faixa. Virou protótipo dos casacos ingleses, com ou sem faixa; alguns modelos possuem zíper integral, do pescoço aos tornozelos. Foi inspiração para camisolas. Mais recentemente, reformulado, o caftan se transformou numa opção preciosa para as gordinhas, como eu. Camisões de espírito arrojado reciclam o gênero em peças superversáteis para o dia-a-dia.


Barra Italiana

É o nome que se dá à bainha de calça masculina dobrada sobre si mesma, para fora; a bainha dupla. O recurso foi lançado pelo então Príncipe de Gales, mais tarde Rei Eduardo VIII, que abdicou do trono para se casar com uma plebéia divorciada. Ele teria erguido a bainha da calça para não molhá-la ao atravessar um gramado úmido, criando o estilo por mero acaso. Até a década de 50, era chamada apenas de “barra”; quando os estilistas italianos reciclaram a bainha dobrada, no início dos anos 80, originando o nome barra italiana.



Baby-Doll

Roupa de dormir, composta de shorts e top. Tornou-se moda em 1956, com o filme “Boneca de Carne”, onde Carroll Baker usava este look ao mesmo tempo ingênuo e sensual, que lembra trajes infantis e faz as mulheres parecerem bonecas. 

Veja na imagem abaixo a cena do filme que inspirou essa moda:


Cena do Filme "Boneca de Carne” (1956) - Carroll Baker 

*Conteúdo deste post foi baseado na Revista Manequim Nov/92 e Fev/93